segunda-feira, 8 de março de 2010

domingo, 7 de março de 2010

CORAÇÃओ दे ESTUDANTE

CONSTRUINDO POSSIBILIDADES PEDAGÓGICAS COM O USO DE TECNOLOGIAS.

O currículo da educação na sociedade digital considera a ação educativa na convergência digital e a adoção de estratégias pedagógicas sob a leitura dessa sociedade que comunica e informa por meio das tecnologias que lhe dão suporte.

Diante da realidade de conhecimento midiáticos que os alunos já têm consigo, considero os conhecimentos prévios que muitos alunos trazem sobre tecnologia e a convergência delas, enquanto que outros estão na fase de compreensão e inclusão. Mas, a perspectiva é que num futuro próximo todos tenham acesso de qualidade a educação digital, no uso da telefonia móvel, do notbook e outros.

Sempre que solicito a participação dos alunos no uso de mídias, formando interatividade, os convenço de que na sociedade atual não podemos mais viver sem a utilização da internet e de todos os programas que favorecem a informação e comunicação.

Ainda me deparo com situações de resistências ao uso de tecnologias entre alunos, professores e lideranças da comunidade. Mas, de forma cautelosa e baseada em experimentos, asseguro que o uso de slides, do laboratório de informática, da rádio escola, e outras ferramentas tecnológicas são necessárias como recursos didáticos no processo de aquisição de novos conhecimentos e de aperfeiçoamento dos já existentes.

A articulação de convergências de mídias tem sido feito no projeto de ensino com professores, incentivando-os ao uso do computador no seu labor. Oferecendo a oportunidade de conhecer melhor os programas e seu funcionamento, ajudando-os a montar slides, produzir textos e operacionalizar o sistema Linux Educacional.

Com a participação ativa dos acadêmicos do ensino fundamental e médio na escola que trabalho ajudo os alunos a fazerem a interação com as mídias na sala de aula favorecendo um equilíbrio entre o conteúdo curricular e inserção da tecnologia. Procuro descobrir quem tem afinidade com as tecnologias e incentivo a criação de e-mail e blogs com a finalidade de facilitar a comunicação e formação.


JOSÉ ROBERTO SANTOS SOUSA
PÓS-GRADUANDO EM MÍDIAS NA EDUCAÇÃO

sábado, 6 de março de 2010

A APRENDIZAGEM COM MOBILIDADE


Sabe-se que a eclosão da tecnologia no cotidiano humano mudou completamente as formas de vidas das pessoas. Em décadas passadas ressaltava um Sr. de 60 anos (esses dias) que pra fazer um ligação telefônica seria nos correios onde utiliza-se dos telégrafos. Bem como a utilização de cabines telefônicas nos pequenos postos existentes nas cidades maiores. Se ouvia música de massa, somente no alto das Igrejas e/ou da cidade.



Com o decorrer do tempo não se ver quase postos e nem os telégrafos existem mais. A mobilidade tecnologia facilitou a vida das pessoas. Encontra-se alguém em qualquer lugar do mundo. Precisa-se ter em mãos um celular, o satélite envia sinais, a internet encontra as pessoas no globo.



E, como fazer isso tornar-se plausível na educação?. Fazendo destes recursos ferramentas na educação. Não nos distanciando deles. Pois, todos que não queriam se utilizar deste. São necessariamente obrigados a interagir e como a aprendizagem é interação, nada melhor do que a otimização destes, no processo educacional.

JOSÉ ROBERTO SANTOS SOUSA

sexta-feira, 5 de março de 2010

PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO: A CRIAÇÃO E PLANEJAMENTO GRÁFICO DE UM CARTAZ

A especialista FABIANNE BETTEGA D´AVILA, que escreveu uma monografia sobre A IMPORTÂNCIA DO DESIGN GRÁFICO COMO FERRAMENTA ESTRATÉGICA DE MARKETING NA FORMAÇÃO DA IMAGEM CORPORATIVA, diz que “O design gráfico também tem a capacidade de influenciar o estabelecimento de uma sociedade melhor na medida em que desenvolve soluções e cria ambientes mais adequados às pessoas, tornando a comunicação mais fluída e facilitada”, realmente quando um cartaz, ou outros tipos de impressões gráfica são bem elaborados e respaldados pelos parâmetros de um planejamento estratégico, decerto, favorecer maior entendimento da pessoa que visualizará o produto.

BUCHANAN (1992) entende que o design é uma atividade projetual de criação, recriação e avaliação de objetos, presente no cotidiano das pessoas, onde assume diversas formas e opera em diferentes níveis, podendo ser aplicada a qualquer área da experiência humana.

Para Meyer (2006, p. 11), o designer surge assim como o profissional que deve reunir equilibradamente qualidades técnicas (comuns ao engenheiro) e qualidades criativas (comuns aos artistas). O sucesso ou fracasso de suas propostas poderá ser medido a partir da dosagem entre estas duas habilidades: de nada serve ao designer ser criativo se não consegue executar sua criação através do domínio da técnica.

Entende-se por design as formas criativas relacionadas à configuração, concepção, elaboração e definição de algo, como um objeto, uma imagem, entre outros, em geral voltados a uma determinada função. E é através desse esforço criativo que se projetam todo tipo de coisas, incluindo utensílios, vestimentas, peças gráficas, livros, máquinas, ambientes e recentemente interfaces de programas.

No Artigo de Sara Pedrini (Bacharel em Design de Moda pela Associação Educacional do Vale do Itajaí-Mirim) e de Márcia Cardeal (Bacharel em Comunicação Visual pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, mestranda em Artes Visuais pela Universidade do Estado de Santa Catarina, UDESC)., onde tratam da temática: DESENVOLVIMENTO DE CATÁLOGO DE ILUSTRAÇÃO DE MODA E TENDÊNCIAS DE PRODUTOS PARA A FÁBRICA DE TECIDOS RENAUX. Apresenta algumas características necessárias para o design, dizendo que “design é uma maneira de solucionar um problema e que o designer é o profissional que projeta algo ou alguma coisa. O que sabemos é que as origens do design são traçadas desde a revolução industrial, quando se estabeleceram novos conceitos acercados produtos artesanais, manufaturados”.

Percebe-se claramente que a função do design, principalmente de cartazes, capas de revistas, primeira página de jornal tem como objetivo projetar através de uma criatividade para encontrar novas formas ou funções e assim suprir as necessidades do consumidor. E, é através deste esforço criativo que são projetados todo tipo de coisas, incluindo utensílios, vestimentas, peças gráficas, livros, máquinas, ambientes e recentemente interfaces de programas. Mas, o que conseguirmos observar ao olharmos um cartaz é falta muitas vezes, de conteúdo, estética, equilíbrio, peso entre imagens e textos e contrastes.

Num cartaz e bom considerar tamanho do papel, percebendo que tipo de papel é necessário para diferentes tipos de cartazes, formato, considerarem as letras que serão colocadas e os contrastes, a diagramação deve obedecer aos critérios: concordante, conflitante e contrastante.

A Ilustração é quesito colocado no artigo de Sara Pedrini e de Márcia Cardeal, texto na integra:

A ilustração é uma imagem figurativa ou não, representando algo; é utilizada para acompanhar, explicar, acrescentar informação a um texto ou demonstrar alguma coisa ou forma.

Nem sempre é dessa forma que é apresentada ou quando se refere aos desenhos, pinturas ou colagens; podemos dizer que uma fotografia também é uma ilustração. Além disso, a ilustração é um dos elementos mais importantes do design gráfico. Podemos apresentar ilustração como uma forma de representar textos, temas, idéias e conceitos, dando forma a conteúdos, transmitindo sentimentos. Pode ser considerada uma ilustração qualquer desenho, pintura, fotomontagem ou montagem digital, histórias em quadrinhos, caricatura ou retrato, desde que tenham uma função específica. A ilustração vem de tempos ancestrais, desde que o homem fez seus primeiros rabiscos nas paredes das cavernas para relatar algum fato ou acontecimento. Podemos dizer que ilustração é uma forma de representar visualmente textos, temas, idéias e conceitos. Sendo assim, pode-se inserir a ilustração no âmbito do design gráfico e da comunicação visual, já que ela tem uma função objetiva.


Outro fator de relevância é produção gráfica e a tinta de impressão: “A maioria dos trabalhos de material impresso são feitos atualmente em offset ou em impressora digital. As gráficas tipográficas e as oficinas de serigrafia quase não são mais utilizadas. Tradicionalmente, a reprodução em offset utiliza um sistema automático composto por cilindro rotativo, no qual é presa uma chapa que contém a página a ser impressa no papel”. É necessário salientar o alinhamento, a repetição, a repetição dá um preenchimento adequado no cartaz, ou seja, o torna o cartaz mais unificado, tanto na imagem com no texto.



REFERENCIAS


 MEYER, Guilherme Correa. Cadernos de design: Manual para projeto de produto em design. Indaial: Ed ASSELVI, 2006.

BUCHANAN, R. Wicked Problems in Design Thinking. In: Design Studies,

London: Butterworth Heinemann, v.3, n.2, sept 1992

GORDON, Bob e GORDON, Maggie. Design gráfico digital. São Paulo: Livros e Livros, 2003.

HOLLIS, Richard. Design Gráfico: uma história concisa. São Paulo: Editora Martins Pena, 2005.

RIBEIRO, Milton. Planejamento visual gráfico. Brasília: Editora Universidade de Brasília, 1993.

JOSÉ ROBERTO SANTOS SOUSA

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

TECNOLOGIAS PARA REALIZAR MUDANÇAS PROFUNDAS NA EDUCAÇÃO

Numa sociedade cada vez mais conectada, ensinar e aprender podem ser feitos de forma muito mais flexível, ativa e focada no ritmo de cada um. As tecnologias móveis desafiam as instituições a sair do ensino tradicional em que o professor é o centro, para uma aprendizagem mais participativa e integrada, com momentos presenciais e outros a distância, mantendo vínculos pessoais e afetivos, estando juntos virtualmente. Podemos ir menos dias à universidade e continuar aprendendo de forma significativa. Isso implica em ampliar a restrição dos vinte por cento a distância nos cursos presenciais, em mudar o currículo presencial, as metodologias de organização do ensinar e aprender (também no ensino médio). Os cursos serão cada vez mais semi-presenciai e a distância, mas sempre com tecnologias em rede leves e móveis.


As tecnologias digitais facilitam a pesquisa, a comunicação e a divulgação em rede. Temos as tecnologias mais organizadas, como os ambientes virtuais de aprendizagem – como o Moodle e semelhantes– que permitem que tenhamos um certo controle de quem acessa ao ambiente e do que precisa fazer em cada etapa de cada curso. Além desses ambientes mais formais, há um conjunto de tecnologias, que denominamos popularmente de 2.0, mais abertas, fáceis, gratuitas (blogs, podcasts, wikis...) , onde os alunos podem ser protagonistas dos seus processos de aprendizagem e que facilitam a aprendizagem horizontal, isto é, dos alunos entre si, das pessoas em redes de interesse, etc. A combinação dos ambientes mais formais com os informais, feito de forma integrada, nos permite a necessária organização dos processos com a flexibilidade da adaptação à cada aluno.

Todos os processos se digitalizam, tanto os administrativos como os pedagógicos, tudo se integra com tudo, tudo e todos podem falar com todos. Isso agiliza a tomada de decisões, permite a horizontalização de processos de envolvimento de todos, diminui a burocracia, torna as estruturas físicas mais compactas e as acadêmicas mais leves. Nos mesmos prédios podemos colocar muitos mais alunos, porque pode ser programada uma maior rotatividade de ocupação de espaços, uma diminuição de tempos necessários de estarmos todos juntos nos mesmos lugares e tempos. Precisamos tornar a organização curricular mais semipresencial e flexível, com metodologias mais centradas nos alunos, na colaboração e na adequação a ritmos de aprendizagem diferentes.

Tudo isso exige mudanças organizacionais e legais profundas, que até agora não foram encaradas de verdade tanto pelos legisladores, pelos órgãos educacionais reguladores como pelos mantenedores e gestores educacionais. Essas mudanças profundas ainda estão só no começo e nos desafiam a todos a sermos cada vez mais criativos e empreendedores.

http://moran10.blogspot.com/2009/12/tecnologias-para-realizar-mudancas.html

José Manuel Moran

A Web 2.0 e as possibilidades de uso na Educação

A Web 2.0 surgiu e se disseminou fora dos sistemas educativos para o relacionamento social e a formação de redes. Como educadores, vamos analisar quais as características têm essas novas tecnologias emergentes, suas potencialidades, possíveis contribuições e limites de integração à prática pedagógica.


A educação hoje, mais do que nunca, deve trabalhar com a experiência de vida dos educandos e, ao mesmo tempo, prepará-los para a vida; deve integrar a recriação do significado das coisas, a cooperação, a discussão, a negociação, a busca de solução de problemas e a melhoria da qualidade de vida. Para tanto, devem-se utilizar metodologias ativas que favoreçam a interação social e a capacidade de comunicar-se, de trabalhar em grupo; o desenvolvimento do pensamento crítico e criativo; e a descoberta do prazer de aprender, ao mesmo tempo em que se incentivem atitudes de cooperação, respeito mútuo, solidariedade e cidadania responsável.

Neste novo contexto de uso da Web 2.0, não podemos deixar de pensar no papel e função do professor atual, que é desafiado a assumir uma postura ativa, criar estratégias que propiciem ao aluno desenvolver processos de aprendizagem por meio dessas tecnologias. O professor deixa de ser um transmissor do conhecimento adquirido e assume o papel de um orientador, sem mais ter de ensinar em situação solitária, mas sim colaborativamente, ao lado de seus alunos, integrando as linguagens e os instrumentos que fazem parte do cotidiano, suas características culturais e demandas, aos objetivos de aprendizagem para que possa propiciar o desenvolvimento de currículo motivador e mobilizador de conhecimentos do senso comum e científicos.

O uso de interfaces da Web 2.0 pode ser inserido, gradativamente, nas atividades pedagógicas. Por exemplo, fornecendo textos para leitura prévia em blogs e pedindo aos alunos que os comentem no próprio blog, utilizando wikis na criação de textos colaborativos e assim sucessivamente.


Texto do curso de Especialização em Mídias na Educação